Livro: Educar na Era Digital - Tony Bates

03 maio 2019


Grandes mudanças econômicas e tecnológicas exigem novas abordagens para o ensino superior. Os professores são continuamente confrontados com várias questões:

Como ensinar de forma eficaz alunos cada vez mais diversificados?
Como motivar e apoiar os alunos em turmas cada vez maiores?
Como usar multimídia e outros recursos para desenvolver cursos de qualidade superior?

Os 12 capítulos, além dos apêndices, atividades e diversos cenários deste livro, respondem a essas e outras perguntas e fornecem dicas e sugestões úteis sobre uma variedade de tópicos incluindo:

Como selecionar a modalidade para suas disciplinas e seus cursos – presencial, híbrida ou totalmente online?
Que estratégias funcionam melhor para o ensino em um ambiente rico em tecnologia?
Que métodos de ensino são mais eficazes para cursos híbridos e online?
Como fazer escolhas adequadas para estudantes e conteúdos dentre diversas mídias disponíveis: texto, imagem, áudio, vídeo, computação ou mídias sociais?
Como manter a qualidade do ensino, da aprendizagem e dos recursos em um ambiente de aprendizagem que muda rapidamente?
Quais são as possibilidades reais de ensino e aprendizagem usando MOOCs, REAs e livros abertos?


Tony Bates compreende e respeita a natureza individual da educação. Neste livro, explora teorias, boas práticas e estratégias, fornecendo orientações e aconselhamentos claros, práticos e viáveis, baseados em pesquisa e considerável experiência profissional em 30 países.


Tony Bates é uma referência mundial em educação a distância e tecnologia educacional, tendo escrito outros 11 livros sobre o tema. Seu blog Online Learning and Distance Education Resources (tonybates.ca) é um dos mais importantes da área. Atuou por mais de 20 anos na Open University do Reino Unido e foi Diretor de Educação a Distância e Tecnologia na University of British Columbia (Canadá), dentre outras atividades. Prestou consultoria para diversas instituições, como Banco Mundial, Unesco e OCDE, além de inúmeras universidades e agências governamentais ao redor do mundo. Desde 2007, é pesquisador associado da Contact North. Em 2014, Bates interrompeu seu trabalho remunerado para escrever este livro. 

Educar na Era Digital – Baixe aqui!

Cartilha: Semana dos Povos Indígenas - 19 de Abril (Dia do Índio)

25 março 2019



Preconceito é uma palavra inexistente nos idiomas indígenas, embora esses povos vivam cercados por ele. O Conselho de Missão entre Povos Indígenas - COMIN, que há 20 anos elabora o material da semana dos povos indígenas junto com povos e pessoas indígenas, reconhece a urgente necessidade de diminuir o preconceito. Isso nos leva à difícil tarefa de refletir sobre nossos próprios pensamentos e ações. Quantas vezes nos percebemos preconceituosos, julgando pessoas ou situações sem conhecê-las com profundidade? Então, inicialmente é preciso compreender que preconceito é qualquer opinião ou sentimento baseado em pré-julgamentos, em generalizações e sem exame crítico. Ele é resultado da ignorância das pessoas que se prendem a ideias próprias, desprezando outros pontos de vista. Na maioria dos casos, as atitudes preconceituosas podem ser manifestadas com raiva e hostilidade, desprezando qualquer outra ideia que ultrapasse a realidade considerada “normal”. De vez em quando, é quase invisível, assumindo uma forma piedosa e assistencialista, incapaz de reconhecer o direito das comunidades a decidirem seu próprio destino.

Esta cartilha apresenta informações importantes e atualizadas sobre os povos indígenas da atualidade, servindo então como suporte para atividades no Dia 19 de abril, dia do índio.

PARA BAIXAR CLIQUE AQUI!

FLD-COMIN
Título Original: QUEBRANDO PRECONCEITOS, CONSTRUINDO RESPEITO: Luta e Resistência dos Povos Indígenas no Brasil.
Categoria: Material da Semana dos Povos Indígenas.
Idioma: Português.
Páginas: 21.
Editora: FLD-COMIN.

"Carreto" Curta-metragem com AD

22 março 2019


Curta-metragem baiano com AD (áudio descrição), "Carreto", de Cláudio Marques e Marília Hughes, foi um dos 11 curtas selecionados para integrar a primeira mostra inclusiva de cinema da Bahia.

O curta-metragem apresenta a história de Tinho, menino que trabalha recolhendo mariscos e caju no Nordeste do país. Ele, que é uma das vítimas do trabalho infantil, acaba se tornando grande amigo da menina Stephanie. A despeito da narrativa leve e sensível, a exploração infantil aparece, alertando os espectadores sobre as piores formas. Um curta encantador e comovente que fala ainda de amizade, solidariedade, inclusão, alteridade e sociedade em sentido mais amplo.



Por ter áudio descrição, o referido vídeo já promove a inclusão de pessoas com deficiência visual, que podem ouvir a história narrada. Material para discutir as múltiplas deficiências existentes no cotidiano escolar e social. Os professores podem passar o filme apenas em áudio e posteriormente mostrar o vídeo completo (áudio e vídeo), assim é possível proporcionar aos alunos uma experiência de alteridade (trabalhar a inclusão). 

"Entre o ideal e o possível, lute sempre pelas condições ideais, mas as vezes, com pequenas adaptações, podemos encontrar grandes soluções para os desafios do cotidiano (fazer o possível).”


Um curta-metragem que serve como lição de vida àqueles que pensam a inclusão no sentido amplo, ainda que atuando de forma simples e eficaz.

Fonte: Educatube

Como baixar os vídeos? Através do site: http://www.clipconverter.cc/pt/
Ou no link do vídeo no youtube digite ss após o www. e dê enter. Ex.: www.ssyoutubelinkvideo...

Escolhas: Clipe Rudimental - Not Giving


Toda escolha tem uma consequência. Escolher a educação (e ou a arte) pode até não ser tarefa fácil, mas traz bons retornos ao longo do tempo. Por outro lado, a falta de oportunidades (estudo e trabalho) pode fazer com que o indivíduo se arrisque a trilhar caminhos mais fáceis, porém muito mais arriscados e nebulosos. 



"Not Giving In" é uma canção do quarteto britânico Rudimental, e conta com John Newman e Alex Clare nos vocais. O vídeo, filmado nas favelas de Manila, Filipinas, foi baseado na história real do tri campeão mundial de breakdance Mouse. O clipe mostra a vida de dois garotos que crescem na pobreza das cidades. Os dois são, infelizmente, forçados a seguir caminhos separados, enquanto um conhece a dança e através dela consegue escapar do submundo das cidades, o outro fica preso em uma vida de violência de gangues, crimes, drogas e um assassinato, que acaba resultando em sua morte.

Um clipe muito bacana que pode ser utilizado na escola, seja no início das aulas ou para ajudar os alunos a entenderem as consequências que uma escolha ruim pode trazer.

Vamos incentivar nossos estudantes a se aventurarem na Arte e na Educação?
Contamos com vocês! 


Como baixar os vídeos? Através do site: http://www.clipconverter.cc/pt/
Ou no link do vídeo no youtube digite ss após o www. e dê enter. Ex.: www.ssyoutubelinkvideo...

Google Arts & Culture - app que encontra a obra de arte mais parecida com você

23 janeiro 2019


Com o Google Arts & Culture (Google Artes e Cultura) você pode visitar as principais exposições, ver obras de arte com zoom de forma incrivelmente detalhada e navegar por museus, histórias, fotos, vídeos e manuscritos.


Outra grande novidade do aplicativo é a possibilidade de descobrir “Qual a obra de arte famosa se parece com você?”


Com tecnologia de reconhecimento facial, o aplicativo compara o rosto de cada um com milhares de obras de arte existentes pelo mundo. Para isto basta baixar o aplicativo e tirar uma selfie. A análise facial é quase que instantânea e logo são oferecidas diversas obra de arte que se parecem com a sua selfie feita.
Depois é possível navegar e conhecer mais sobre a história da obra e autor, museu onde está exposta e curiosidades diversas como ano de criação e peculiaridades sobre a arte.


Muito interessante! Testamos e aprovamos. Imagine as possiblidades que podem ser exploradas em sala de aula com um simples aplicativo e selfie. Dá para estudar nas aulas de Artes e História e também em outra disciplinas (basta usar a interdisciplinaridade).

Recomendamos!

Baixe aqui: Google Play e App Store