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Em diálogo - Site com temáticas para a juventude

10 julho 2019


O EMdiálogo é um portal criado para estimular o diálogo, articular parcerias e socializar conhecimentos e experiências que contribuam para a melhoria do ensino médio público. Como o nome já diz, este espaço tem como objetivo potencializar o diálogo de forma horizontal e transparente entre estudantes, professores, pesquisadores, comunidade escolar e demais interessados em contribuir para a construção de um ensino médio inclusivo e de qualidade.




Na sessão Biblioteca você encontra uma coleção de textos publicados que são importantes referências para quem deseja continuar aprofundando o conhecimento sobre o Ensino Médio e temas relativos à juventude. Lá você pode buscar o que você procura a partir do índice de temas, do tipo de documento ou pelo próprio formulário de busca.

Se você preferir, pode ainda navegar por todos os vídeos e áudios publicados nas comunidades EMdiálogo, é só clicar nos títulos Vídeo ou Áudio do menu superior do portal.

A galeria foi pensada como um ambiente virtual colaborativo para agregar boas práticas e experiências interessantes que contribuam para a melhoria da qualidade da escola públlica brasileira.  Desta forma, um professor do Norte poderá trocar suas experiências com colegas Sul ou Sudeste, por exemplo. A Galeria de Experiências EMdiálogo aproxima realidades distintas, ao mesmo tempo em que possibilita encontrar pontos de conexão entre elas. O que se quer é tecer uma grande e significativa rede de experências e conhecimentos.


E ATENÇÃO especial para a parte “Projetosde vida” que busca promover a reflexão sobre o cotidiano atual dos/as jovens pensando nos espaços ocupados, nos lugares visitados e com o que eles/as se identificam.

Temos certeza que vão gostar!

Acompanhamento Pedagógico Diferenciado

18 junho 2019



É de grande importância a oferta de novas oportunidades de aprendizagem sempre que o aluno apresentar dificuldades nos processos educacionais, em especial de leitura e escrita e cálculos matemáticos. Desse modo ofertar um Acompanhamento Pedagógico Diferenciado se institui como mais uma possibilidade, de o estudante alcançar o êxito em sua aprendizagem.

As atividades aqui propostas se destinam a estudantes dos anos finais do ensino fundamental (4º ao 9º ano) que ainda não se alfabetizaram e ou que estão com seu desenvolvimento cognitivo em atraso, apresentando dificuldades de leitura e escrita e em cálculos matemáticos. Aconselha-se inicialmente aplicar uma avaliação diagnóstica a esses alunos para conhecer seu nível de leitura e escrita e assim definir mais precisamente as atividades condizentes com seu nível.

CLIQUE AQUI para fazer o download das sugestões de atividades.

Desejamos a todos um bom trabalho! 

Escolhas: Clipe Rudimental - Not Giving

22 março 2019


Toda escolha tem uma consequência. Escolher a educação (e ou a arte) pode até não ser tarefa fácil, mas traz bons retornos ao longo do tempo. Por outro lado, a falta de oportunidades (estudo e trabalho) pode fazer com que o indivíduo se arrisque a trilhar caminhos mais fáceis, porém muito mais arriscados e nebulosos. 



"Not Giving In" é uma canção do quarteto britânico Rudimental, e conta com John Newman e Alex Clare nos vocais. O vídeo, filmado nas favelas de Manila, Filipinas, foi baseado na história real do tri campeão mundial de breakdance Mouse. O clipe mostra a vida de dois garotos que crescem na pobreza das cidades. Os dois são, infelizmente, forçados a seguir caminhos separados, enquanto um conhece a dança e através dela consegue escapar do submundo das cidades, o outro fica preso em uma vida de violência de gangues, crimes, drogas e um assassinato, que acaba resultando em sua morte.

Um clipe muito bacana que pode ser utilizado na escola, seja no início das aulas ou para ajudar os alunos a entenderem as consequências que uma escolha ruim pode trazer.

Vamos incentivar nossos estudantes a se aventurarem na Arte e na Educação?
Contamos com vocês! 


Como baixar os vídeos? Através do site: http://www.clipconverter.cc/pt/
Ou no link do vídeo no youtube digite ss após o www. e dê enter. Ex.: www.ssyoutubelinkvideo...

GCompris: Jogo Alfabetizador Computacional

01 junho 2018



O GCompris é uma suíte educacional de alta qualidade, que inclui uma grande quantidade de atividades para crianças com idade entre 2 e 10 anos.

Algumas atividades são de orientação lúdica, mas, ainda assim, de cunho educacional.

Aqui está a lista de categorias de atividades com alguns exemplos:

  •        descoberta do computador: teclado, mouse, touchscreen, ...
  •          leitura: letras, palavras, prática de leitura, digitação de texto, ...
  •          aritmética: operação com números, memorização de tabelas, enumeração, ...
  •          ciências: controle do canal, ciclo da água, energia renovável, ...
  •          geografia: países, regiões, cultura, ...
  •          jogos: xadrez, memória, ligue 4, forca, jogo da velha, ...
  •          outros: cores, formas, Braille, aprenda a dizer as horas, ...

     
Atualmente o GCompris oferece mais de 100 atividades e está em constante evolução. O GCompris é um software livre, o que significa que você pode adaptá-lo às suas necessidades, melhorá-lo e, o mais importante, compartilhá-lo com as crianças de toda a parte.




Usamos e recomendamos!

Obs: pesquisando por Gcompris no google é possível baixar o instalador do jogo nas versões para Windows ou Linux.

Flicts/Ziraldo: Um livro para trabalhar preconceito e inclusão em anos iniciais

05 outubro 2017




“Flicts” conta a história de uma cor “diferente”, que não consegue se encaixar no arco-íris, nas bandeiras e em lugar nenhum, e que ninguém, a princípio, reconhece seu merecido valor. Flicts vai se conformando que “não tinha a força do Vermelho, não tinha a imensidão do Amarelo, nem a paz que tem o Azul”. Contudo, Ziraldo deixa uma fantástica mensagem de caráter e respeito, dando a entender que todas as pessoas, por mais diferentes que sejam, possuem seu lugar no mundo.


É um excelente livro para trabalhar na escola com anos iniciais e assim apresentar o assunto preconceito, além de desenvolver a inclusão entre alunos e suas diferenças. No final inclusive é possível propor uma apresentação teatral feita pelos próprios alunos para a escola, uma vez que o livro usa basicamente cores e as frases são simples, apesar de a história trazer um entendimento importante e grandioso cheio de significados. É um livro muito tocante!



Neste link (https://goo.gl/H47HW6) é possível ver um projeto baseado no livro Flicts que foi desenvolvido por uma professora e se inspirar para criar o seu.

Ou mesmo trabalhar atividades baseadas na história (https://goo.gl/g6NkMR)

No vídeo abaixo é contada de forma simples, mas com muitas cores o livro Flicts:


O livro Flicts também já foi tema de um episódio da Série Televisiva “Um Menino Muito Maluquinho”, da TV Brasil, vale a pena assistir e copiar/reproduzir (pois na história no Teatro da escola é encenado o Livro Flicts). Veja: 


Ou assista pelo youtube no link https://youtu.be/no3IIUD_Dig


Você sabe qual a cor da lua?

Esperamos que tenha gostado da indicação e do livro, até a próxima! 

Níveis de Escrita - A Aprendizagem do Sistema de Escrita Alfabética

08 agosto 2017


O percurso que as crianças vivem, para poder ler e escrever

Quando acompanhamos, cuidadosamente, a evolução da escrita espontânea das crianças, vemos que elas elaboram hipóteses. Sim, é preciso deixar as crianças escreverem como sabem (e não só copiarem palavras escritas corretamente pela professora), para podermos detectar em que nível de compreensão de nosso sistema alfabético o menino ou a menina se encontram. Conforme a teoria da psicogênese da escrita, elaborada por Ferreiro e Teberosky, os aprendizes passam por quatro períodos nos quais têm diferentes hipóteses ou explicações para como a escrita alfabética funciona: pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético.


No período pré-silábico, a criança ainda não entende que o que a escrita registra é a sequência de “pedaços sonoros” das palavras. Num momento muito inicial, a criança, ao distinguir desenho de escrita, começa a produzir rabiscos, bolinhas e garatujas que ainda não são letras. À medida que vai observando as palavras ao seu redor (e aprendendo a reproduzir seu nome próprio ou outras palavras), ela passa a usar letras, mas sem estabelecer relação entre elas e as partes orais da palavra que quer escrever. Pode, inclusive, apresentar o que alguns estudiosos chamaram de realismo nominal, que a leva a pensar que coisas grandes (casa, carro) seriam escritas com muitas letras, ao passo que coisas pequenas (formiguinha, por exemplo) seriam escritas com poucas letras. Nessa longa etapa pré-silábica, sem que os adultos lhe ensinem, a criança cria duas hipóteses absolutamente originais:

·         a hipótese de quantidade mínima, segundo a qual é preciso ter no mínimo 3 (ou 2) letras para que algo possa ser lido;
·         a hipótese de variedade, ao descobrir que, para escrever palavras diferentes, é preciso variar a quantidade e a ordem das letras que usa, assim como o próprio repertório de letras que coloca no papel. De modo parecido, a criança passa a conceber que, no interior de uma palavra, as letras têm que variar. Se pedirmos à criança que leia o que acabou de escrever, apontando com o dedo, nessa etapa, ela geralmente não busca fazer relações entre as partes escritas (letras, agrupamentos de letras) e as partes orais das palavras em foco.

No período silábico, ocorre uma revolução. A criança descobre que o que coloca no papel tem a ver com as partes orais que pronuncia, ao falar as palavras. Mas, nessa etapa, ela acha que as letras substituem as sílabas que pronuncia. Num momento de transição inicial, a criança ainda não planeja, cuidadosamente, quantas e quais letras vai colocar para cada palavra, mas demonstra que está começando a compreender que a escrita nota a pauta sonora das palavras, porque, ao ler o que acabou de escrever, busca fazer coincidir as sílabas orais que pronuncia com as letras que colocou no papel, de modo a não deixar que sobrem letras (no que escreveu). As escritas silábicas estritas, que aparecem depois, seguem uma regra exigente: uma letra para cada sílaba pronunciada. Tais escritas podem ser de dois tipos:

·       silábicas quantitativas ou “sem valor sonoro”, nas quais a criança tende a colocar, de forma rigorosa, uma letra para cada sílaba pronunciada, mas, na maior parte das vezes, usa letras que não correspondem a segmentos das sílabas orais da palavra escrita.
·      silábicas qualitativas ou “com valor sonoro”, nas quais a criança se preocupa em colocar não só uma letra para cada sílaba da palavra que está escrevendo, mas também letras que correspondem a sons contidos nas sílabas orais daquela palavra.


No período silábico-alfabético, um novo e enorme salto qualitativo ocorre e a criança começa a entender que o que a escrita nota ou registra no papel tem a ver com os pedaços sonoros das palavras, mas que é preciso “observar os sonzinhos no interior das sílabas”. Alguns estudiosos consideram que tal etapa de transição não constitui em si um novo nível ou nova hipótese, mas uma clara fase “de transição”. Ao notar uma palavra, ora a criança coloca duas ou mais letras para escrever determinada sílaba, ora volta a pensar conforme a hipótese silábica e põe apenas uma letra para uma sílaba inteira.

Finalmente, no período alfabético, as crianças escrevem com muitos erros ortográficos, mas já seguindo o princípio de que a escrita nota, de modo exaustivo, a pauta sonora das palavras, colocando letras para cada um dos “sonzinhos” que aparecem em cada sílaba.


Se tivéssemos que indicar um único material (livro) sobre níveis de escrita alfabética, seria o Caderno do Ano 01, Unidade 03, Miolo, do Livro “Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa”, sendo assim para baixar este excelente material e aprender muito sobre a consolidação do sistema de escrita alfabética, acesse o link: http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/Formacao/Ano_1_Unidade_3_MIOLO.pdf

Construção da escrita: primeiros passos

30 junho 2017



Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), realizado pelo MEC em 2001. Você verá um conjunto de entrevistas que vão lhe ajudar a compreender as ideias que as crianças constroem sobre a escrita antes de se tornarem capazes de estabelecer uma correspondência entre partes do falado e partes do escrito. Isto é, antes da fonetização da escrita. Assista aos vídeos, são muito interessantes: 











Para assistir mais vídeos interessantes, acesse o canal Nova Escola

Projeto Malala

10 junho 2017


Paquistanesa Malala Yousafzai queria apenas que ela e suas colegas tivessem o direito de estudar, o que, em seu país, é proibido para meninas. No Paquistão, menos de metade das meninas frequenta a escola, segundo um relatório da ONU. Mesmo perseguida, ela não se calou e nem desistiu de sua luta. Chegou a sobreviver a um tiro na cabeça quando voltava de ônibus da escola. Malala Yousafzai foi a vencedora do Nobel da Paz 2014. Aos 17 anos, ela é a mais nova a ganhar o prêmio.
E a história de Malala inspirou a professora Raphaella Marques (que trabalha na Rede Municipal de Ensino no Rio de Janeiro) a desenvolver um projeto com sua classe do 3º ano do Ensino Fundamental. Confira as ideias de fundamentaram o trabalho.

Por Que conversar sobre a Malala com as crianças?

Malala é uma menina ativista mais influente no mundo da atualidade, que busca a valorização da educação e o pleno acesso das crianças às escolas.
A sua história de vida é capaz de nos sensibilizar e perceber que vivemos realidades culturais bem distintas, mas que buscamos os mesmos ideais para os nossos alunos, uma vez que eles já possuem a oportunidade e liberdade para transformarem suas vidas, bem diferente da realidade de Malala, pois seus direitos já foram conquistados, porém, ainda precisam se apropriar dos mesmos.
Apresentar Malala é um ponto de partida para sinalizarmos os direitos já adquiridos pela Legislação Brasileira e Unesco e darmos autonomia e voz para os alunos expressarem seus sonhos e ideias sobre a vida.
Enquanto a escola será o espaço que tentará por meio dessa ação cumprir o seu papel político e social de conscientizar e mobilizar os alunos para além das salas de aula.







Proposta de Atividades



ºmomento “diálogo”:



1- Explorar inicialmente a imagem da Malala, sem dizer quem é.
Perguntar se alguém conhece esta menina? Sobre a vestimenta? Em que região do mundo se usa? E por que usa?
2- Apresentar a Malala, contar onde morou, a sua religião, quem é ela, a sua importância mundial, que ganhou o Prêmio Nobel da Paz ( sempre explorando os nomes Malala, Paquistão, islamismo, luta, educação).
3- Explorar o discurso da Malala na Unesco , sinalizando as palavras "chaves" que representam a luta pela igualdade e oportunidade de escola e educação para todas as crianças e principalmente, para as meninas. (educação, crianças, livros, mundo, caneta).
4- Localizar geograficamente comparando o Brasil e o Paquistão.
5- Localizar a cidade que morava - Mingora. Comparar que vivemos na cidade chamada Rio de Janeiro.
6- Cultura: religião - islamismo - Alá - Alcoorão - Maomé (pode fazer comparação citando que no Brasil temos o Cristianismo, catolicismo/evangélicos, Deus, Bíblia).
7- Sinalizar que as mulheres e as meninas dessa região precisam usar um véu ao sair de casa e em outros lugares precisam usar uma burca. E perguntar como as pessoas se vestem no RJ.
8- Explicar que o Talibã é um grupo político de homens que atuam nessa região que querem tomar conta do local. Dizer que esse grupo de homens não permitem que as meninas estudem e que as mulheres trabalhem e saiam de casa. E que esse grupo castigou a Malala. E sinalizar que isso não acontece com mulheres e meninas do Brasil.
9- Relatar que Malala saiu do hospital, ganhou o Prêmio Nobel da Paz (dizer que é um prêmio mais importante do mundo) e hoje estuda na Inglaterra, que viaja pelo mundo lutando pelos direitos das crianças e o direito à educação.
10- No dia do seu aniversário, 12 de julho, inaugurou uma escola que tem o seu nome só para meninas.
11- Apresentar os direitos das crianças e o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Explicar que no Brasil as crianças têm oportunidade de estudar numa escola, ninguém proíbe e que as meninas podem estudar em igualdade com os meninos.



2ºmomento “MÃO NA MASSA”:
  • Produção Textual sobre os direitos das crianças e quais outras necessidades das crianças.
  • Confecção de cartazes em grupo sobre os direitos das crianças.
  • Produção Textual: opinião sobre a história de vida da Malala.
  • Confecção de desenhos sobre a história de vida da Malala.
  • Atividade gramatical no caderno sobre as palavras chaves da apresentação.
3º momento “LEITURA E VÍDEO”:
Apresentação de alguns vídeos para contextualização:
4º MOMENTO “INTERAÇÃO”:
  • Tentar contato com a autora do livro para uma interação via rede social.
  • Tentar contato com a equipe da comunicação da Malala.



PROJETO DESENVOLVIDO NA ESCOLA MUNICIPAL TIA CIATA – SME/ RJ EM 2015 PELA PROFESSORA: RAPHAELLA MARQUES DE CARVALHO (www.raphaellamarques.com) - PROPOSTA REALIZADA NO 3ºANO DO EF – TURMA:1.302






ONDE COMPRAR O LIVRO: www.estantevirtual.com.br (novos e usados a preço justo)
ONDE BAIXAR A BIOGRAFIA DE MALALA: 
ou 

Diário de classe - A verdade por Isadora Faber

31 maio 2017


Aos 13 anos, Isadora Faber, uma estudante de escola pública de Florianópolis (SC), indignada com os problemas de ensino e infraestrutura de seu colégio resolveu criar uma página no Facebook, o Diário de Classe, para denunciá-los. Chamou a atenção da imprensa nacional e internacional, mobilizou milhares de seguidores e conseguiu as mudanças que reivindicou. Sua jornada, no entanto, foi árdua - sofreu críticas, ameaças, represálias, agressões e processos. Porém, não desistiu, e hoje tem mais de 625 mil seguidores, inspirou a criação de mais de cem Diários de Classe, já participou de inúmeras palestras e eventos, ganhou prêmios e fundou a ONG Isadora Faber, com a qual continua seu trabalho por uma educação pública de qualidade no Brasil. Mais que um relato de coragem e do poder do webativismo, este livro é um retrato perturbador da situação da educação e dos serviços públicos brasileiros, que grita por cidadania e por transformações urgentes.


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Eu escola

01 dezembro 2016



O site/blog Eu escola foi desenvolvido buscando ofertar as escolas estaduais públicas de Minas Gerais, um espaço interativo para troca de experiências e exposição de seus trabalhos e projetos interessantes e que merecem publicidade. Foi pensado um ambiente on-line agradável, onde não só escolas e professores possam mostrar suas atividades, mas que os próprios alunos, sejam eles crianças, adolescentes ou adultos, se sintam integrantes e parte fundamental na construção de uma educação melhor. Assim são esperados textos, fotos, vídeos, e todo tipo de mídia digital capaz de refletir a essência escolar, vivenciada diariamente por todos os envolvidos no fazer educação. Também buscamos contribuições de escolas municipais, escolas particulares, instituições educativas, escolas de vários estados do Brasil e etc. Todo conteúdo que possa contribuir para uma educação ainda melhor é bem-vindo.
Tem algo que gostaria de compartilhar conosco e com o mundo?
Entre em contato através do email euescola01@gmail.com
Use a #euescola e aparece no site/blog (mostre seu trabalho educacional)
Estamos ansiosos para conhecer mais sobre a educação nos diversos lugares.
Vamos nessa!?

Ass.: @EUESCOLA