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Dicas para realizar produção de vídeo

27 agosto 2020

PARA TER ACESSO AO MATERIAL COMPLETO (E-BOOK / PDF) CLIQUE AQUI!!

Tipos de vídeos:

O longa-metragem é um filme com mais de 70 minutos de duração e grande exigência de investimento.

O média-metragem possui entre 30 e 69 minutos de duração.

Curta-metragem é um filme com duração inferior a 30 minutos.

Curtíssima tem duração aproximada de 2 a 3 minutos e é habitualmente realizado com tecnologias móveis digitais, sobretudo celular. Aparelhos celulares apresentam características que favorecem esse tipo de produção, como a facilidade de manuseio, captação, edição e publicação.

Vídeos de bolso, além de possuírem curtíssima duração, são ágeis, lúdicos e propícios à experimentação: um convite à imaginação!

 

Gêneros de vídeo:

Produções audiovisuais podem assumir o gênero de ficção ou de documentário. A ficção é caracterizada por narrativas imaginárias, criadas total ou parcialmente. O documentário, por outro lado, busca representar de maneira fidedigna a realidade, sem nela interferir.

Se a ficção permite explorar a inventividade, o pensamento criativo e a imaginação, o documentário oferece um terreno fértil para a coleta, a análise e a apresentação coerente de dados e informações. A limitação do tempo – presente nos vídeos de bolso – traz ainda o desafio da síntese, um importante aspecto do trabalho linguístico e comunicacional.


PRODUÇÃO E PÓS-PRODUÇÃO


Projeto Primeiro Filme: Descobrindo - Fazendo - Pensando (Carlos Gerbase)


Prepare o ambiente, explore os posicionamentos de câmera, preste atenção ao som, valorize a luz, imagens e som (use de um jeito legal), aventure-se na edição. 


Disponível em: http://www.primeirofilme.com.br/site/o-livro/enquadramentos-planos-e-angulos


Algumas dicas são também importantes para uma boa gravação. Schäfer, em material complementar para o Desafio Inova Escola – Criando o vídeo para o Voto Popular (Fundação Telefônica Vivo, 2019), traz recomendações para os momentos que constituem a etapa de gravação. As recomendações foram base para o vídeo explicativo produzido pelo Cenpec – Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária, direcionado aos professores participantes do prêmio. Confira:




EDITORES DE VÍDEO PARA CELULAR - leia mais aqui. 


DICAS: A matéria de Ana Nemes para o site Tecmundo aborda “truques” para qualificar a gravação de vídeos com o celular (abrangendo luz, ambiente, suporte), o que contribui também com o processo de pós-produção.

 

NEMES, Ana. Dicas para fazer um filme sensacional com a câmera do seu celular (vídeo). Portal Tecmundo. Mar. 2012. Disponível em: <https://www.tecmundo.com.br/gravacao-de-video/21027-dicas-para-fazer-um-filme-sensacional-com-a-camera-do-seu-celular-video-.htm>.


Fonte deste texto e material: https://www.escolasconectadas.org.br/


Como baixar vídeos

21 agosto 2019


Devido a necessidade de uso constante de filmes/vídeos educacionais nas escolas, muitos professores recorrem ao youtube para pesquisar e ter acesso a tais materiais. Entretanto, baixar tais arquivos nem sempre é tarefa fácil. Pensando nisso hoje vamos ensinar de forma simples um passo a passo de como baixa-los:

Passo 1: Abra o youtube e pesquise o vídeo educacional que deseja baixar.



Passo 2: No link do vídeo no youtube digite ss após o www. e dê enter.
Ex.: www.ssyoutubelinkvideo...



Passo 3: Na página que se abre click em baixar (botão verde). Automaticamente o vídeo começa a ser baixado e irá ser salvo na pasta downloads do seu computador.
Obs: caso alguma página de propaganda abra, simplesmente feche-a.



Viu como é fácil? Boa aula!

Bônus: Também é possível baixar através do site: http://www.clipconverter.cc/pt/

Práticas de Leitura na Escola

10 julho 2019



A Plataforma do Letramento é um espaço virtual onde educadores podem ter acesso a matérias de formação, disseminação e produção de conhecimento sobre o letramento. 
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A plataforma nasce da ideia de se criar um espaço para a reflexão, formação, disseminação e produção de conhecimento sobre o letramento. Idealizada pela Fundação Volkswagen e Cenpec, pretende criar uma comunidade de referência para educadores, professores, gestores e demais profissionais que têm se dedicado a assegurar o direito ao pleno acesso ao mundo da escrita para todos os brasileiros, como garantia do aprendizado ao longo da vida e da participação ativa e autônoma nas diversas esferas do mundo social.

Esperamos que você participe e colabore! 

Acompanhamento Pedagógico Diferenciado

18 junho 2019



É de grande importância a oferta de novas oportunidades de aprendizagem sempre que o aluno apresentar dificuldades nos processos educacionais, em especial de leitura e escrita e cálculos matemáticos. Desse modo ofertar um Acompanhamento Pedagógico Diferenciado se institui como mais uma possibilidade, de o estudante alcançar o êxito em sua aprendizagem.

As atividades aqui propostas se destinam a estudantes dos anos finais do ensino fundamental (4º ao 9º ano) que ainda não se alfabetizaram e ou que estão com seu desenvolvimento cognitivo em atraso, apresentando dificuldades de leitura e escrita e em cálculos matemáticos. Aconselha-se inicialmente aplicar uma avaliação diagnóstica a esses alunos para conhecer seu nível de leitura e escrita e assim definir mais precisamente as atividades condizentes com seu nível.

CLIQUE AQUI para fazer o download das sugestões de atividades.

Desejamos a todos um bom trabalho! 

Livro: Educar na Era Digital - Tony Bates

03 maio 2019


Grandes mudanças econômicas e tecnológicas exigem novas abordagens para o ensino superior. Os professores são continuamente confrontados com várias questões:

Como ensinar de forma eficaz alunos cada vez mais diversificados?
Como motivar e apoiar os alunos em turmas cada vez maiores?
Como usar multimídia e outros recursos para desenvolver cursos de qualidade superior?

Os 12 capítulos, além dos apêndices, atividades e diversos cenários deste livro, respondem a essas e outras perguntas e fornecem dicas e sugestões úteis sobre uma variedade de tópicos incluindo:

Como selecionar a modalidade para suas disciplinas e seus cursos – presencial, híbrida ou totalmente online?
Que estratégias funcionam melhor para o ensino em um ambiente rico em tecnologia?
Que métodos de ensino são mais eficazes para cursos híbridos e online?
Como fazer escolhas adequadas para estudantes e conteúdos dentre diversas mídias disponíveis: texto, imagem, áudio, vídeo, computação ou mídias sociais?
Como manter a qualidade do ensino, da aprendizagem e dos recursos em um ambiente de aprendizagem que muda rapidamente?
Quais são as possibilidades reais de ensino e aprendizagem usando MOOCs, REAs e livros abertos?


Tony Bates compreende e respeita a natureza individual da educação. Neste livro, explora teorias, boas práticas e estratégias, fornecendo orientações e aconselhamentos claros, práticos e viáveis, baseados em pesquisa e considerável experiência profissional em 30 países.


Tony Bates é uma referência mundial em educação a distância e tecnologia educacional, tendo escrito outros 11 livros sobre o tema. Seu blog Online Learning and Distance Education Resources (tonybates.ca) é um dos mais importantes da área. Atuou por mais de 20 anos na Open University do Reino Unido e foi Diretor de Educação a Distância e Tecnologia na University of British Columbia (Canadá), dentre outras atividades. Prestou consultoria para diversas instituições, como Banco Mundial, Unesco e OCDE, além de inúmeras universidades e agências governamentais ao redor do mundo. Desde 2007, é pesquisador associado da Contact North. Em 2014, Bates interrompeu seu trabalho remunerado para escrever este livro. 

Educar na Era Digital – Baixe aqui!

Cartilha: Semana dos Povos Indígenas - 19 de Abril (Dia do Índio)

25 março 2019



Preconceito é uma palavra inexistente nos idiomas indígenas, embora esses povos vivam cercados por ele. O Conselho de Missão entre Povos Indígenas - COMIN, que há 20 anos elabora o material da semana dos povos indígenas junto com povos e pessoas indígenas, reconhece a urgente necessidade de diminuir o preconceito. Isso nos leva à difícil tarefa de refletir sobre nossos próprios pensamentos e ações. Quantas vezes nos percebemos preconceituosos, julgando pessoas ou situações sem conhecê-las com profundidade? Então, inicialmente é preciso compreender que preconceito é qualquer opinião ou sentimento baseado em pré-julgamentos, em generalizações e sem exame crítico. Ele é resultado da ignorância das pessoas que se prendem a ideias próprias, desprezando outros pontos de vista. Na maioria dos casos, as atitudes preconceituosas podem ser manifestadas com raiva e hostilidade, desprezando qualquer outra ideia que ultrapasse a realidade considerada “normal”. De vez em quando, é quase invisível, assumindo uma forma piedosa e assistencialista, incapaz de reconhecer o direito das comunidades a decidirem seu próprio destino.

Esta cartilha apresenta informações importantes e atualizadas sobre os povos indígenas da atualidade, servindo então como suporte para atividades no Dia 19 de abril, dia do índio.

PARA BAIXAR CLIQUE AQUI!

FLD-COMIN
Título Original: QUEBRANDO PRECONCEITOS, CONSTRUINDO RESPEITO: Luta e Resistência dos Povos Indígenas no Brasil.
Categoria: Material da Semana dos Povos Indígenas.
Idioma: Português.
Páginas: 21.
Editora: FLD-COMIN.

"Carreto" Curta-metragem com AD

22 março 2019


Curta-metragem baiano com AD (áudio descrição), "Carreto", de Cláudio Marques e Marília Hughes, foi um dos 11 curtas selecionados para integrar a primeira mostra inclusiva de cinema da Bahia.

O curta-metragem apresenta a história de Tinho, menino que trabalha recolhendo mariscos e caju no Nordeste do país. Ele, que é uma das vítimas do trabalho infantil, acaba se tornando grande amigo da menina Stephanie. A despeito da narrativa leve e sensível, a exploração infantil aparece, alertando os espectadores sobre as piores formas. Um curta encantador e comovente que fala ainda de amizade, solidariedade, inclusão, alteridade e sociedade em sentido mais amplo.



Por ter áudio descrição, o referido vídeo já promove a inclusão de pessoas com deficiência visual, que podem ouvir a história narrada. Material para discutir as múltiplas deficiências existentes no cotidiano escolar e social. Os professores podem passar o filme apenas em áudio e posteriormente mostrar o vídeo completo (áudio e vídeo), assim é possível proporcionar aos alunos uma experiência de alteridade (trabalhar a inclusão). 

"Entre o ideal e o possível, lute sempre pelas condições ideais, mas as vezes, com pequenas adaptações, podemos encontrar grandes soluções para os desafios do cotidiano (fazer o possível).”


Um curta-metragem que serve como lição de vida àqueles que pensam a inclusão no sentido amplo, ainda que atuando de forma simples e eficaz.

Fonte: Educatube

Como baixar os vídeos? Através do site: http://www.clipconverter.cc/pt/
Ou no link do vídeo no youtube digite ss após o www. e dê enter. Ex.: www.ssyoutubelinkvideo...

Escolhas: Clipe Rudimental - Not Giving


Toda escolha tem uma consequência. Escolher a educação (e ou a arte) pode até não ser tarefa fácil, mas traz bons retornos ao longo do tempo. Por outro lado, a falta de oportunidades (estudo e trabalho) pode fazer com que o indivíduo se arrisque a trilhar caminhos mais fáceis, porém muito mais arriscados e nebulosos. 



"Not Giving In" é uma canção do quarteto britânico Rudimental, e conta com John Newman e Alex Clare nos vocais. O vídeo, filmado nas favelas de Manila, Filipinas, foi baseado na história real do tri campeão mundial de breakdance Mouse. O clipe mostra a vida de dois garotos que crescem na pobreza das cidades. Os dois são, infelizmente, forçados a seguir caminhos separados, enquanto um conhece a dança e através dela consegue escapar do submundo das cidades, o outro fica preso em uma vida de violência de gangues, crimes, drogas e um assassinato, que acaba resultando em sua morte.

Um clipe muito bacana que pode ser utilizado na escola, seja no início das aulas ou para ajudar os alunos a entenderem as consequências que uma escolha ruim pode trazer.

Vamos incentivar nossos estudantes a se aventurarem na Arte e na Educação?
Contamos com vocês! 


Como baixar os vídeos? Através do site: http://www.clipconverter.cc/pt/
Ou no link do vídeo no youtube digite ss após o www. e dê enter. Ex.: www.ssyoutubelinkvideo...

Google Arts & Culture - app que encontra a obra de arte mais parecida com você

23 janeiro 2019


Com o Google Arts & Culture (Google Artes e Cultura) você pode visitar as principais exposições, ver obras de arte com zoom de forma incrivelmente detalhada e navegar por museus, histórias, fotos, vídeos e manuscritos.


Outra grande novidade do aplicativo é a possibilidade de descobrir “Qual a obra de arte famosa se parece com você?”


Com tecnologia de reconhecimento facial, o aplicativo compara o rosto de cada um com milhares de obras de arte existentes pelo mundo. Para isto basta baixar o aplicativo e tirar uma selfie. A análise facial é quase que instantânea e logo são oferecidas diversas obra de arte que se parecem com a sua selfie feita.
Depois é possível navegar e conhecer mais sobre a história da obra e autor, museu onde está exposta e curiosidades diversas como ano de criação e peculiaridades sobre a arte.


Muito interessante! Testamos e aprovamos. Imagine as possiblidades que podem ser exploradas em sala de aula com um simples aplicativo e selfie. Dá para estudar nas aulas de Artes e História e também em outra disciplinas (basta usar a interdisciplinaridade).

Recomendamos!

Baixe aqui: Google Play e App Store

Videocamp : Plataforma de Filmes Educacionais

03 julho 2018



O Videocamp é uma plataforma que reúne filmes de impacto disponíveis para exibições públicas gratuitas - basta reunir cinco pessoas para poder assistir. E o que entendemos por filmes de impacto? São aqueles que apontam causas urgentes, que retratam situações que precisam ser destacadas, que ampliam o nosso olhar para temas sensíveis e que, sobretudo, promovem um mundo mais justo, solidário, sustentável e plural.
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E por que gratuito? Pois o que move o Videocamp é a democratização do acesso à cultura e à informação. Mais da metade dos exibidores no site se declara “educador/educadora”, e estão usando os filmes do Videocamp para promover belas reflexões em sala de aula.




Faça o cadastro no site, escolha seu filme e marque sua exibição que pode ser on-line ou mesmo após baixar o filme.

Aprendendo sobre a BNCC

01 junho 2018


Que tal aprender um pouco mais sobre a BNCC?

É importante e necessário! Aqui vão alguns links que te ajudaram a entender a Base Nacional Comum Curricular – BNCC, desde as 10 competências gerais, perpassando por outras informações relevantes deste documento.



A Base Nacional ComumCurricular (BNCC) é um documento de caráter normativo que define o conjunto orgânico e progressivo de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica.

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Conforme definido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), a Base deve nortear os currículos dos sistemas e redes de ensino das Unidades Federativas, como também as propostas pedagógicas de todas as escolas públicas e privadas de Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio, em todo o Brasil.
A Base estabelece conhecimentos, competências e habilidades que se espera que todos os estudantes desenvolvam ao longo da escolaridade básica. Orientada pelos princípios éticos, políticos e estéticos traçados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica, a Base soma-se aos propósitos que direcionam a educação brasileira para a formação humana integral e para a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.

Fonte: http://porvir.org/como-aproximar-as-competencias-gerais-da-bncc-de-curriculos-e-praticas-pedagogicas/

Links para conhecimento:

Baixar a BNCC (site oficial da Base): http://basenacionalcomum.mec.gov.br/



BNCC na prática: www.fb.com/editoramoderna

GCompris: Jogo Alfabetizador Computacional



O GCompris é uma suíte educacional de alta qualidade, que inclui uma grande quantidade de atividades para crianças com idade entre 2 e 10 anos.

Algumas atividades são de orientação lúdica, mas, ainda assim, de cunho educacional.

Aqui está a lista de categorias de atividades com alguns exemplos:

  •        descoberta do computador: teclado, mouse, touchscreen, ...
  •          leitura: letras, palavras, prática de leitura, digitação de texto, ...
  •          aritmética: operação com números, memorização de tabelas, enumeração, ...
  •          ciências: controle do canal, ciclo da água, energia renovável, ...
  •          geografia: países, regiões, cultura, ...
  •          jogos: xadrez, memória, ligue 4, forca, jogo da velha, ...
  •          outros: cores, formas, Braille, aprenda a dizer as horas, ...

     
Atualmente o GCompris oferece mais de 100 atividades e está em constante evolução. O GCompris é um software livre, o que significa que você pode adaptá-lo às suas necessidades, melhorá-lo e, o mais importante, compartilhá-lo com as crianças de toda a parte.




Usamos e recomendamos!

Obs: pesquisando por Gcompris no google é possível baixar o instalador do jogo nas versões para Windows ou Linux.

Indicação: Jogos Educativos para Computador



Indicação de 03 jogos educativos desenvolvidos por alunos do curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Instituto Federal do Norte de Minas Gerais – IFNMG - Campus Januária-MG.



JOGO 01 - Indisciplina 2D

O jogo Indisciplina 2D está em sua versão 1.0 e é um jogo educacional focado no público infantil, das séries iniciais do ensino fundamental.



JOGO 02 - Exterminando Drogas

O jogo Exterminando Drogas é um jogo digital educacional em desenvolvimento com foco no auxilio do ensino e prevenção as drogas. É uma ferramenta interativa acadêmica sem fins lucrativos.



JOGO 03 - EducaRedes

O jogo EducaRedes é Open Source que usa a tecnologia para o ensino da disciplina de redes de computadores. Tem como proposta ensinar e reforçar o conteúdo da arquitetura TCP/IP na disciplina de redes de cursos superiores ou cursos técnicos relacionados à tecnologia web.


Link para baixar: https://sharegames.itch.io/


Flicts/Ziraldo: Um livro para trabalhar preconceito e inclusão em anos iniciais

05 outubro 2017




“Flicts” conta a história de uma cor “diferente”, que não consegue se encaixar no arco-íris, nas bandeiras e em lugar nenhum, e que ninguém, a princípio, reconhece seu merecido valor. Flicts vai se conformando que “não tinha a força do Vermelho, não tinha a imensidão do Amarelo, nem a paz que tem o Azul”. Contudo, Ziraldo deixa uma fantástica mensagem de caráter e respeito, dando a entender que todas as pessoas, por mais diferentes que sejam, possuem seu lugar no mundo.


É um excelente livro para trabalhar na escola com anos iniciais e assim apresentar o assunto preconceito, além de desenvolver a inclusão entre alunos e suas diferenças. No final inclusive é possível propor uma apresentação teatral feita pelos próprios alunos para a escola, uma vez que o livro usa basicamente cores e as frases são simples, apesar de a história trazer um entendimento importante e grandioso cheio de significados. É um livro muito tocante!



Neste link (https://goo.gl/H47HW6) é possível ver um projeto baseado no livro Flicts que foi desenvolvido por uma professora e se inspirar para criar o seu.

Ou mesmo trabalhar atividades baseadas na história (https://goo.gl/g6NkMR)

No vídeo abaixo é contada de forma simples, mas com muitas cores o livro Flicts:


O livro Flicts também já foi tema de um episódio da Série Televisiva “Um Menino Muito Maluquinho”, da TV Brasil, vale a pena assistir e copiar/reproduzir (pois na história no Teatro da escola é encenado o Livro Flicts). Veja: 


Ou assista pelo youtube no link https://youtu.be/no3IIUD_Dig


Você sabe qual a cor da lua?

Esperamos que tenha gostado da indicação e do livro, até a próxima! 

Níveis de Escrita - A Aprendizagem do Sistema de Escrita Alfabética

08 agosto 2017


O percurso que as crianças vivem, para poder ler e escrever

Quando acompanhamos, cuidadosamente, a evolução da escrita espontânea das crianças, vemos que elas elaboram hipóteses. Sim, é preciso deixar as crianças escreverem como sabem (e não só copiarem palavras escritas corretamente pela professora), para podermos detectar em que nível de compreensão de nosso sistema alfabético o menino ou a menina se encontram. Conforme a teoria da psicogênese da escrita, elaborada por Ferreiro e Teberosky, os aprendizes passam por quatro períodos nos quais têm diferentes hipóteses ou explicações para como a escrita alfabética funciona: pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético.


No período pré-silábico, a criança ainda não entende que o que a escrita registra é a sequência de “pedaços sonoros” das palavras. Num momento muito inicial, a criança, ao distinguir desenho de escrita, começa a produzir rabiscos, bolinhas e garatujas que ainda não são letras. À medida que vai observando as palavras ao seu redor (e aprendendo a reproduzir seu nome próprio ou outras palavras), ela passa a usar letras, mas sem estabelecer relação entre elas e as partes orais da palavra que quer escrever. Pode, inclusive, apresentar o que alguns estudiosos chamaram de realismo nominal, que a leva a pensar que coisas grandes (casa, carro) seriam escritas com muitas letras, ao passo que coisas pequenas (formiguinha, por exemplo) seriam escritas com poucas letras. Nessa longa etapa pré-silábica, sem que os adultos lhe ensinem, a criança cria duas hipóteses absolutamente originais:

·         a hipótese de quantidade mínima, segundo a qual é preciso ter no mínimo 3 (ou 2) letras para que algo possa ser lido;
·         a hipótese de variedade, ao descobrir que, para escrever palavras diferentes, é preciso variar a quantidade e a ordem das letras que usa, assim como o próprio repertório de letras que coloca no papel. De modo parecido, a criança passa a conceber que, no interior de uma palavra, as letras têm que variar. Se pedirmos à criança que leia o que acabou de escrever, apontando com o dedo, nessa etapa, ela geralmente não busca fazer relações entre as partes escritas (letras, agrupamentos de letras) e as partes orais das palavras em foco.

No período silábico, ocorre uma revolução. A criança descobre que o que coloca no papel tem a ver com as partes orais que pronuncia, ao falar as palavras. Mas, nessa etapa, ela acha que as letras substituem as sílabas que pronuncia. Num momento de transição inicial, a criança ainda não planeja, cuidadosamente, quantas e quais letras vai colocar para cada palavra, mas demonstra que está começando a compreender que a escrita nota a pauta sonora das palavras, porque, ao ler o que acabou de escrever, busca fazer coincidir as sílabas orais que pronuncia com as letras que colocou no papel, de modo a não deixar que sobrem letras (no que escreveu). As escritas silábicas estritas, que aparecem depois, seguem uma regra exigente: uma letra para cada sílaba pronunciada. Tais escritas podem ser de dois tipos:

·       silábicas quantitativas ou “sem valor sonoro”, nas quais a criança tende a colocar, de forma rigorosa, uma letra para cada sílaba pronunciada, mas, na maior parte das vezes, usa letras que não correspondem a segmentos das sílabas orais da palavra escrita.
·      silábicas qualitativas ou “com valor sonoro”, nas quais a criança se preocupa em colocar não só uma letra para cada sílaba da palavra que está escrevendo, mas também letras que correspondem a sons contidos nas sílabas orais daquela palavra.


No período silábico-alfabético, um novo e enorme salto qualitativo ocorre e a criança começa a entender que o que a escrita nota ou registra no papel tem a ver com os pedaços sonoros das palavras, mas que é preciso “observar os sonzinhos no interior das sílabas”. Alguns estudiosos consideram que tal etapa de transição não constitui em si um novo nível ou nova hipótese, mas uma clara fase “de transição”. Ao notar uma palavra, ora a criança coloca duas ou mais letras para escrever determinada sílaba, ora volta a pensar conforme a hipótese silábica e põe apenas uma letra para uma sílaba inteira.

Finalmente, no período alfabético, as crianças escrevem com muitos erros ortográficos, mas já seguindo o princípio de que a escrita nota, de modo exaustivo, a pauta sonora das palavras, colocando letras para cada um dos “sonzinhos” que aparecem em cada sílaba.


Se tivéssemos que indicar um único material (livro) sobre níveis de escrita alfabética, seria o Caderno do Ano 01, Unidade 03, Miolo, do Livro “Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa”, sendo assim para baixar este excelente material e aprender muito sobre a consolidação do sistema de escrita alfabética, acesse o link: http://pacto.mec.gov.br/images/pdf/Formacao/Ano_1_Unidade_3_MIOLO.pdf

Dicionário Virtual de Biologia

11 julho 2017

 

 

O Projeto: Dicionário Virtual de Biologia

 

Para auxiliar o entendimento dos conceitos basais da biologia o Dicionário Virtual de Biologia possui definições para verbetes da disciplina em questão, que servem de subsídio para obter um melhor entendimento e complementação do conteúdo trabalhado em sala de aula.

Para acessar clique aqui.